Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
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“Formação de Homens”...
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“Em 84, Basileia poderia ter tido outro destino...”...
Terça-feira, 15 de Maio de 2012

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“Somos Porto e vamos provar isso em Lisboa!”...
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“Jantar 6º aniversário '2012 - abertas as inscrições”...
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
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“Os jogadores…”...
EU SOU CAMPEÃO, E TU?
Encomenda já a tua caricatura a partir de foto, equipado a rigor.
Mais informações em: blogdoblueboy@gmail.com
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“Encomenda já a tua caricatura equipado a rigor”...
Domingo, 13 de Maio de 2012
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“Mão cheia no cair do pano sobre 2011/2012”...
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“Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2011/12, 30ª jornada”...
Sábado, 12 de Maio de 2012

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“Somos bicampeões... da Liga Europa!”...
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“"Espírito de união foi determinante"”...
Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
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“Graças a Deus livres de Jesus”...
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“Somos Dragões, somos Campeões!!”...
Quinta-feira, 10 de Maio de 2012
Para quem quinzenalmente vai lendo os meus artigos de opinião, não é novidade nenhuma se eu disser que não sou fã de um conjunto de pessoas que gravitam em torno do nosso presidente e da nossa SAD. Pelas mais diferentes razões (não é altura de as enumerar) que se foram acumulando ao longo dos anos e associadas às mais diversas áreas do nosso clube, pessoas como Adelino Caldeira ou Antero Henrique, não fazem parte das minhas preferências pessoais.
Não é igualmente novidade nenhuma que artistas como Álvaro Pereira, Otamendi ou Cristian Rodriguez, não compoẽm o meu leque de jogadores mais admirados. Respeito todos os que envergam as nossas cores, mas exijo o mesmo respeito desses profissionais, e quando tal não acontece, muito dificilmente o esqueço.
Serve esta nota introdutória para dizer que é óbvio que todos nós temos as nossas preferências. Tal como em tudo na vida, há aqueles que nos inspiram confiança e outros que não nos inspiram nada. Há aqueles com quem simpatizamos e outros que nem os podemos ver. E há ainda aqueles que por muito que tentemos, é impossível não gostar... a não ser que sejamos tapados ou ingratos, e se há coisa que me arrepia é a ingratidão, especialmente naqueles que nos dão muito e nós pouco lhes damos.
Ora, independentemente da categoria em que colocamos qualquer uma das pessoas que enverga as nossas cores, há algo que é intocável e que se superioriza a tudo: o amor ao clube!
Perante isto, acho intolerável que existam pessoas que conseguem num jogo como no passado sábado frente ao Sporting, que recordo era tão somente o jogo de consagração do título, terem a distinta lata de assobiarem o treinador Vítor Pereira, e pior ainda, assobiarem Hulk.
Quem o faz, das duas uma: ou é tapado ou é ingrato!
Eu já sei que Vítor Pereira não é o melhor treinador do Mundo. Que ao longo da época cometeu vários equívocos, nem sempre tomou as melhores opções, e por vezes demonstrou ter pouco pulso para dominar um balneário cheio de “tubarões” mortinhos por dar o salto para outras paragens a ganhar algumas dezenas de milhares de euros. Mas se tudo isto é verdade, também não é menos verdade dizer que claramente ele foi evoluindo ao longo do ano, cresceu com o decorrer da época, foi ganhando peso e estatuto junto do grupo, passou a liderá-lo, e melhor que tudo isso, conseguiu o objectivo principal.
Para além de tudo isso, é um dos nossos, um Dragão, um Portista e alguém que sente o clube.
Gostar ou não gostar dele, é um direito que assiste a toda a gente.
Não reconhecer o mérito de quem ganha, está ao nível daqueles que empurram a responsabilidade das nossas vitórias para os árbitros. Ou será que o treinador teve responsabilidade nas derrotas e nenhuma responsabilidade nas vitórias? Portanto, assobiá-lo na festa do título, é uma manifestação livre mas absurda e que denota que quem o faz, apenas merece perder e nunca ganhar.
Em relação a Hulk, bem, então aqui é que fico absolutamente indignado em alguém o assobiar no jogo da consagração.
Estamos tão simplesmente a falar do jogador unanimemente considerado por todos os treinadores da primeira liga, o mais influente e mais decisivo do campeonato. Aquele que carregou a equipa às costas nos momentos mais difíceis, a quem tudo se lhe pede, a quem todos os jogadores entregam a bola nos últimos 30 metros à espera que ele resolva. Se falha mais que os outros? Tem que falhar! Se todas as jogadas de ataque terminam invariavelmente com a solução Hulk, é óbvio que tem que falhar mais que os outros... os outros não tentam nem arriscam, como é que hão-de falhar??
Agora, é óbvio que todos nós já tivemos um desabafo de desagrado perante uma ou outra situação em que ele podia ter solto a bola mais cedo ou poderia ter rematado. Mas disso, a assobiar em pleno jogo do título, é de um nível de exigência que toca o ridículo.
Aqueles que o assobiam, ainda vão “chorar” muito por ele, pois lamentavelmente, mais tarde ou mais cedo não teremos capacidade de segurar este talento.
Termino fazendo um forte apelo a que no próximo fim de semana, o Dragão Caixa encha para a recepção aos carneiros no basket e à Física no hóquei. São 3 jogos que certamente serão decisivos no sucesso da nossa época, e nos quais irão evoluir atletas que merecem todo o nosso apoio pelas enormes dificuldades que têm atravessado e enorme brio profissional que têm demonstrado.
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“HÁ QUEM NÃO MEREÇA NADA”...
Em 28 de Junho de 1953 o FC Porto marcou presença, pela primeira vez, numa final da Taça de Portugal. E apresentou-se com um equipamento “comemorativo”, sui generis. A elegante camisola, com o colarinho muito subido lembrando uma “gola alta”, mostrava uma lista azul no meio, começando num V (em branco) fechado desde cima. De realçar que a faixa azul ao meio, larga, só tinha aparecido por uma vez: na camisola de 1921 a 1923.
O onze do FC Porto que entrou no Jamor para jogar a final da Taça de Portugal da época 1952-53:
Em cima, a partir da esquerda – Barrigana, Virgílio, Pinto Vieira, Ângelo Carvalho, João Correia e Eleutério;
Em baixo – Carlos Duarte, António Teixeira, Monteiro da Costa, José Maria e Carlos Vieira.
Uma estreia azarada na final da 13.ª edição da prova! O traje foi de gala mas o resultado penalizador (0-5). Nas 2 participações seguintes em Finais, o FC Porto iria ganhá-las.
Carlos Duarte nasceu em Angola e era um excelente extremo-direito que vestiu a camisola azul-e-branca durante 12 épocas. Foi um entre centenas de jogadores africanos que ingressaram no futebol português desde o início da década de 50. O primeiro foi Miguel Arcanjo, magnífico defesa-central que chegou ao FC Porto em 1951. Ambos fizeram parte das equipas que, nos anos 50, conquistaram 2 Campeonatos Nacionais e 2 Taças de Portugal. Considerado um dos mais elegantes extremos a nível nacional e mundial, Carlos Duarte era veloz, com capacidade de "finta" e remate fácil e certeiro. Formou uma asa direita fantástica com Hernâni. As combinações "bola a ti, bola a mim" com Hernâni ou sozinho, em linha recta a caminho da baliza adversária, encantavam os portistas, deslumbravam os amantes do futebol.
Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos
Nota aos estimados leitores
Por imperativos de carácter pessoal, interrompemos temporariamente a publicação da rubrica. Mas há um motivo que determinou maior atraso: o período entre o final da década de 60 e o início da de 80 é de muito difícil estudo. Ficámos com a cabeça em água… Todavia: pesquisa, recolha de dados, avaliação, validação e ilustração estão concluídas. Falta terminar a elaboração dos post. Pelo que, muito em breve, será retomada a publicação quinzenal.
Saudações portistas a todos.
Fernando Moreira
Rui Saraiva
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“Manto Azul e Branco - 1953 - Traje de gala em primeira presença na final da Taça de Portugal”...
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Longe vão os tempos que o Homem de quem quero falar hoje, foi o responsável pela nossa formação e camadas jovens.
Longe vão os tempos em que a sua saúde nos permitia longas conversas sobre potenciais estrelas, capacidade de evolução e toda uma filosofia que colocou em prática durante anos a fio no nosso clube.
Longe vão os tempos em que se formavam Baías no clube, gente desta categoria, não só pelo que deram ao clube, mas a componente formativa que o transformou num Homem com H grande e que o levou a ser um líder.
Para muitos, um desconhecido. Para mim, uma imagem vincada de uma formação de Homens por excelência, que mais tarde viriam a ser os meus ídolos e a imagem de Jogadores “à Porto”. Falo de Costa Soares.
Os clubes precisam de Homens assim. Gente que não teme as críticas, gente que sabe aquilo que faz, gente que não se move pelo que os outros dizem, gente que acredita naquilo que faz e aplica toda a sua paixão no trabalho que desempenha, indo contra tudo e contra todos, dizendo apenas: "o tempo, encarrega-se de me dar razão".
Não é por acaso que falo agora nele. O meu Amigo, Costa Soares, encontra-se com um problema de saúde que o atirou para um cama do hospital e com um prognóstico muito reservado.
Como devem compreender, não me queria alongar muito mais sobre o assunto, apenas desejar a este grande Amigo e à sua família, muita força, e como é claro, que regresse ao nosso meio, o mais cedo possível!
Costa Soares, seria muito bom que daqui a uns dias me venhas a ler, seria muito bom sinal!!
Um abraço Tripeiro e muito... muito Portista.
Longe vão os tempos em que a sua saúde nos permitia longas conversas sobre potenciais estrelas, capacidade de evolução e toda uma filosofia que colocou em prática durante anos a fio no nosso clube.
Longe vão os tempos em que se formavam Baías no clube, gente desta categoria, não só pelo que deram ao clube, mas a componente formativa que o transformou num Homem com H grande e que o levou a ser um líder.
Para muitos, um desconhecido. Para mim, uma imagem vincada de uma formação de Homens por excelência, que mais tarde viriam a ser os meus ídolos e a imagem de Jogadores “à Porto”. Falo de Costa Soares.
Os clubes precisam de Homens assim. Gente que não teme as críticas, gente que sabe aquilo que faz, gente que não se move pelo que os outros dizem, gente que acredita naquilo que faz e aplica toda a sua paixão no trabalho que desempenha, indo contra tudo e contra todos, dizendo apenas: "o tempo, encarrega-se de me dar razão".
Não é por acaso que falo agora nele. O meu Amigo, Costa Soares, encontra-se com um problema de saúde que o atirou para um cama do hospital e com um prognóstico muito reservado.
Como devem compreender, não me queria alongar muito mais sobre o assunto, apenas desejar a este grande Amigo e à sua família, muita força, e como é claro, que regresse ao nosso meio, o mais cedo possível!
Costa Soares, seria muito bom que daqui a uns dias me venhas a ler, seria muito bom sinal!!
Um abraço Tripeiro e muito... muito Portista.
Em 84, Basileia poderia ter tido outro destino...
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O primeiro grande sinal da emancipação internacional do FC Porto deu-se em 1984. O FC Porto disputou a sua primeira final europeia em 1984, defrontando a poderosa Juventus de Itália, na final da Taças das Taças. O FC Porto teve um percurso brilhante e cheio de "espinhos", ultrapassando algumas equipas de nomeada, como a seguir aqui deixo em nota de destaque:
1ª eliminatória
Dinamo Zagreb (Jugoslávia)-FC Porto 2-1
Dinamo Zagreb (Jugoslávia)-FC Porto 2-1
(Kranjcar 25m e 75m - Gomes 65m)
FC Porto-Dinamo Zagreb 1-0
FC Porto-Dinamo Zagreb 1-0
(Gomes 86m)
2ª eliminatória
Glasgow Rangers (Escócia)-FC Porto 2-1
2ª eliminatória
Glasgow Rangers (Escócia)-FC Porto 2-1
(Clarke 35m, Mitchell 85m - Jacques 89m)
FC Porto-Glasgow Rangers 1-0
FC Porto-Glasgow Rangers 1-0
(Gomes 53m)
1/4 final
FC Porto-Shakhtyor Donetsk (União Soviética) 3-2
1/4 final
FC Porto-Shakhtyor Donetsk (União Soviética) 3-2
(Pacheco 41m, Frasco 47m e Jacques 70m - Morozov 7m, Sokolovski 38m)
Shakhtyor Donetsk-FC Porto 1-1
Shakhtyor Donetsk-FC Porto 1-1
(Grachev 63m - Walsh 72m)
1/2 final
FC Porto-FC Aberdeen (Escóssia) 1-0
1/2 final
FC Porto-FC Aberdeen (Escóssia) 1-0
(Gomes 14m)
FC Aberdeen-FC Porto 0-1
FC Aberdeen-FC Porto 0-1
(Vermelhinho 76m)
Ultrapassados os obstáculos um a um, nessa altura, com uma equipe de «tostões», era então chegado o grande momento: a final da Taça das Taças na época de 1984 que se iria realizar no dia 16 de Maio de 1984, no Estádio St. Jackob, em Basileia (Suíça) e arbitrada pelo Sr. Adolf Prokop (ex-RDA) de tão má memória para as nossas cores.
Lembro-me como se fosse hoje ainda deste jogo, até porque na altura, lá em casa, tv´s, só mesmo a preto e branco e teve que ser um vizinho mais abastado financeiramente, que já nessa altura tinha televisão a cores, que nos permitiu ver ao vivo e a cores este nosso primeiro assomo na Europa do futebol.
Aliás, ainda hoje guardo religiosamente, entretanto já gravado para DVD o jogo original, com os relatos na hora… e acreditem, quando me dá assim uns apertos de saudade, vejo o jogo e mato-me a rir com aquela forma já rudimentar de jogar, aqueles calções do mais bárbaro possível… o resultado não me faz rir, é verdade, mas acreditem que toda a outra envolvência para além do resultado, me dá grande gozo voltar a televisionar.
Entretanto, nesta sua primeira final, o FC Porto não era favorito, porque do outro lado estava a melhor equipa italiana, recheada de grandes vedetas como Platini e Boniek, e dispondo ainda no seu plantel de vários internacionais italianos que tinham sido campeões no mundial de Espanha, em 1982.
Na ausência do Grande Mestre Pedroto, que nesta altura, dava já sinais preocupantes de uma saúde demasiado fragilizada, motivo pelo qual não se deslocou a Basileia, foi António Morais quem «comandou os dragões» contra os «bambinos italianos».
Os onzes foram escalonados pelos técnicos António Morais, pelo FC Porto, e Giovanni Trappatoni, pela Juventus, da seguinte forma:
F.C. PORTO - Zé Beto; João Pinto, Eduardo Luís (Costa), Lima Pereira e Eurico; Jaime Magalhães (Walsh), Frasco, Pacheco, Sousa; Gomes e Vermelhinho.
Treinador: António Morais / José Maria Pedroto.
JUVENTUS - Tacconi; Gentile, Brio, Scirea, Cabrini; Tardelli, Bonini, Vignola (Caricola), Platini; Rossi e Boniek.
Treinador: Giovanni Trappatoni.
Após um começo nervoso, que culminou com um golo fortuito dos italianos apontado por Vignola logo aos 12 min, o FC Porto equilibrou os acontecimentos e chegou com alguma naturalidade ao empate, com um golo de raiva de António Sousa, estavam decorridos apenas 29 min da primeira parte. No entanto, e ainda antes do intervalo, aos 41 min, Boniek desempataria para a Juventus, em jogada precedida de falta… que mais tarde, e já na saída para o túnel de acesso aos balneários no final do jogo, o «famoso loco» Zé Beto, tratou de vingar e logo com juros, na altura, com a bandeirinha dos chamados 'leininhas'.
Durante o resto do encontro, o FC Porto chegou em muitos momentos a vulgarizar a Juventus, tentando a todo o custo furar a muralha defensiva da Juve, mas a defesa italiana, repleta de campeões do Mundo de 1982 era liderada pelo malogrado Scirea, que viria a falecer num acidente de viação, anos depois, não permitiu mais nenhumas veleidades ao nosso sector atacante.
É verdade que dessa vez, não deu para vencer, no entanto, a partir daquele momento, a Europa do futebol passava a fixar o nome de um novo grande do futebol Europeu: o FC Porto.
Lembro-me como se fosse hoje ainda deste jogo, até porque na altura, lá em casa, tv´s, só mesmo a preto e branco e teve que ser um vizinho mais abastado financeiramente, que já nessa altura tinha televisão a cores, que nos permitiu ver ao vivo e a cores este nosso primeiro assomo na Europa do futebol.Aliás, ainda hoje guardo religiosamente, entretanto já gravado para DVD o jogo original, com os relatos na hora… e acreditem, quando me dá assim uns apertos de saudade, vejo o jogo e mato-me a rir com aquela forma já rudimentar de jogar, aqueles calções do mais bárbaro possível… o resultado não me faz rir, é verdade, mas acreditem que toda a outra envolvência para além do resultado, me dá grande gozo voltar a televisionar.
Entretanto, nesta sua primeira final, o FC Porto não era favorito, porque do outro lado estava a melhor equipa italiana, recheada de grandes vedetas como Platini e Boniek, e dispondo ainda no seu plantel de vários internacionais italianos que tinham sido campeões no mundial de Espanha, em 1982.
Na ausência do Grande Mestre Pedroto, que nesta altura, dava já sinais preocupantes de uma saúde demasiado fragilizada, motivo pelo qual não se deslocou a Basileia, foi António Morais quem «comandou os dragões» contra os «bambinos italianos».
Os onzes foram escalonados pelos técnicos António Morais, pelo FC Porto, e Giovanni Trappatoni, pela Juventus, da seguinte forma:
F.C. PORTO - Zé Beto; João Pinto, Eduardo Luís (Costa), Lima Pereira e Eurico; Jaime Magalhães (Walsh), Frasco, Pacheco, Sousa; Gomes e Vermelhinho.
Treinador: António Morais / José Maria Pedroto.
JUVENTUS - Tacconi; Gentile, Brio, Scirea, Cabrini; Tardelli, Bonini, Vignola (Caricola), Platini; Rossi e Boniek.
Treinador: Giovanni Trappatoni.
Após um começo nervoso, que culminou com um golo fortuito dos italianos apontado por Vignola logo aos 12 min, o FC Porto equilibrou os acontecimentos e chegou com alguma naturalidade ao empate, com um golo de raiva de António Sousa, estavam decorridos apenas 29 min da primeira parte. No entanto, e ainda antes do intervalo, aos 41 min, Boniek desempataria para a Juventus, em jogada precedida de falta… que mais tarde, e já na saída para o túnel de acesso aos balneários no final do jogo, o «famoso loco» Zé Beto, tratou de vingar e logo com juros, na altura, com a bandeirinha dos chamados 'leininhas'.
Durante o resto do encontro, o FC Porto chegou em muitos momentos a vulgarizar a Juventus, tentando a todo o custo furar a muralha defensiva da Juve, mas a defesa italiana, repleta de campeões do Mundo de 1982 era liderada pelo malogrado Scirea, que viria a falecer num acidente de viação, anos depois, não permitiu mais nenhumas veleidades ao nosso sector atacante.
É verdade que dessa vez, não deu para vencer, no entanto, a partir daquele momento, a Europa do futebol passava a fixar o nome de um novo grande do futebol Europeu: o FC Porto.
Em jeito de recordação, deixo-vos aqui em vídeo os golos desse jogo.
Somos Porto e vamos provar isso em Lisboa!
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lucho
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modalidades amadoras,
o livre de 7 metros do lucho
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Acreditar, jogar com coragem, determinação, paixão, intensidade defensiva, e tudo pode acontecer. O FC Porto tem jogadores, tem equipa e tem treinador para silenciar o pavilhão dos rivais. Aquela recuperação magnífica nos 2 minutos finais, merecia outro desfecho, mas a bola não sorriu a Andrade da mesma forma que 9 segundos antes tinha sorrido a Carreira. A final está igualada, mas os sorrisos de gozo e os gestos vergonhosos de Lisboa e Scott deixam antever que o rival já dá por garantida a conquista. Quem ri por último... Aguardemos!
E neste fim-de-semana, nem nos podemos queixar muito, 1-1 em basquetebol e 1-0 para nós em andebol, mesmo jogando fora. A balança entre azuis e vermelhos teve mais um fim-de-semana positivo para as nossas cores.
ANDEBOL
(1º FC Porto-56 pts e 9 jgs; 2º Madeira-47 pts e 9jgs; 3º Sporting-45 pts e 9 jgs)
Vitória justa do FC Porto no pavilhão da Luz, antes da jornada de festa dos tetracampeões diante do Sporting no próximo sábado (15h, rtp2). Neste jogo na luz, o FC Porto vencia ao intervalo por 13-20, mas na 2ª metade, a equipa da casa e a da arbitragem uniram-se em esforços e complicaram-nos a vida. Mesmo assim, conseguiu-se segurar a vitória com David Tavares a falhar um 7m a 2 segundos do fim que podia ter resultado num empate.
Tiago Rocha com 6 golos, Gilberto, Moreira e Spínola com 5, foram os jogadores mais em destaque na nossa equipa. Agora é aproveitar a última ronda para a grande festa!
BASQUETEBOL
(FC Porto e Benfica na final do play-off, 1-1)
Estive presente nos 2 jogos nesta final do play-off, e assisti a duas partidas distintas. Na primeira partida, jogamos com mais intensidade defensiva e ganhamos com justiça, contando com um Stempin (26 pts) em grande nível, tal como João Santos (16 pts);
mas na segunda partida, Stempin lesionado quase não jogou e a equipa não defendeu da mesma forma (destacaram-se Miguel Miranda com 19 pontos e Carlos Andrade com 15).
Perdeu-se a vantagem casa, mas acredito na equipa técnica e nos jogadores para inverterem a situação, e na pior das hipóteses, conseguirem trazer de novo a decisão para a Invicta.
No 2º jogo, os 4 triplos consecutivos levaram à loucura os adeptos que quase já não acreditavam, e foi pena aquele inglório desfecho.
No 1º jogo, a forma como se defendeu, tem que ser o modelo a levar para Lisboa nos jogos de sábado e domingo (15h e 17h30 na tv vermelha). MONCHO, EU ACREDITO. O PORTO ESTÁ CONVOSCO. OS NOSSOS CORAÇÕES ESTARÃO LÁ... CORAGEM!!!
HÓQUEI EM PATINS
(1º Benfica-67 pts e 24 jgs; 2º FC Porto-66 pts e 24 jgs; 3º Candelária-63 pts e 24 jgs)
Neste jogo com a Física, Ventura e Suissas marcaram 3 golos cada, Caio 2, Gil e o capitão Filipe 1 cada. Bons momentos de hóquei de uma equipa que parece já ter ultrapassado o período de menos fulgor...
Saudações Portistas,
Lucho.
E neste fim-de-semana, nem nos podemos queixar muito, 1-1 em basquetebol e 1-0 para nós em andebol, mesmo jogando fora. A balança entre azuis e vermelhos teve mais um fim-de-semana positivo para as nossas cores.
ANDEBOL
(1º FC Porto-56 pts e 9 jgs; 2º Madeira-47 pts e 9jgs; 3º Sporting-45 pts e 9 jgs)
- Benfica 27-28 FC Porto
Vitória justa do FC Porto no pavilhão da Luz, antes da jornada de festa dos tetracampeões diante do Sporting no próximo sábado (15h, rtp2). Neste jogo na luz, o FC Porto vencia ao intervalo por 13-20, mas na 2ª metade, a equipa da casa e a da arbitragem uniram-se em esforços e complicaram-nos a vida. Mesmo assim, conseguiu-se segurar a vitória com David Tavares a falhar um 7m a 2 segundos do fim que podia ter resultado num empate.
Tiago Rocha com 6 golos, Gilberto, Moreira e Spínola com 5, foram os jogadores mais em destaque na nossa equipa. Agora é aproveitar a última ronda para a grande festa!
BASQUETEBOL
(FC Porto e Benfica na final do play-off, 1-1)
- FC Porto 77-71 Benfica
- FC Porto 80-82 Benfica
Estive presente nos 2 jogos nesta final do play-off, e assisti a duas partidas distintas. Na primeira partida, jogamos com mais intensidade defensiva e ganhamos com justiça, contando com um Stempin (26 pts) em grande nível, tal como João Santos (16 pts);mas na segunda partida, Stempin lesionado quase não jogou e a equipa não defendeu da mesma forma (destacaram-se Miguel Miranda com 19 pontos e Carlos Andrade com 15).
Perdeu-se a vantagem casa, mas acredito na equipa técnica e nos jogadores para inverterem a situação, e na pior das hipóteses, conseguirem trazer de novo a decisão para a Invicta.
No 2º jogo, os 4 triplos consecutivos levaram à loucura os adeptos que quase já não acreditavam, e foi pena aquele inglório desfecho.
No 1º jogo, a forma como se defendeu, tem que ser o modelo a levar para Lisboa nos jogos de sábado e domingo (15h e 17h30 na tv vermelha). MONCHO, EU ACREDITO. O PORTO ESTÁ CONVOSCO. OS NOSSOS CORAÇÕES ESTARÃO LÁ... CORAGEM!!!
HÓQUEI EM PATINS
(1º Benfica-67 pts e 24 jgs; 2º FC Porto-66 pts e 24 jgs; 3º Candelária-63 pts e 24 jgs)
- FC Porto 10-3 Física
Neste jogo com a Física, Ventura e Suissas marcaram 3 golos cada, Caio 2, Gil e o capitão Filipe 1 cada. Bons momentos de hóquei de uma equipa que parece já ter ultrapassado o período de menos fulgor...
Saudações Portistas,
Lucho.
Jantar 6º aniversário '2012 - abertas as inscrições
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bLuE bOy
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confraternização,
divulgação
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À semelhança de outros anos e de outros convívios, e para não variar, vamos organizar mais um convívio, desta vez, o Jantar do 6º Aniversário, com a já presença habitual de um convidado surpresa, que pensamos, mais uma vez, venha a ser do inteiro agrado de todos os presentes.
O objectivo? Como não podia deixar de ser, o mesmo de sempre: promover o convívio e boa disposição entre todos os participantes, pelo que fica aqui formulado o CONVITE a todos os visitantes/leitores deste espaço de tertúlia para participar em mais uma nossa jornada de confraternização.
Por questões de ORGANIZAÇÃO, alertamos que a inscrição deve ser formulada obrigatoriamente por email para o endereço blogdoblueboy@gmail.com, com indicação clara do número, nome e contacto dos participantes, pois de outra forma, não será considerada.
A partir daqui, e sem mais conversas, a bola fica do vosso lado... então, até dia 25Mai!!!

O objectivo? Como não podia deixar de ser, o mesmo de sempre: promover o convívio e boa disposição entre todos os participantes, pelo que fica aqui formulado o CONVITE a todos os visitantes/leitores deste espaço de tertúlia para participar em mais uma nossa jornada de confraternização.
Por questões de ORGANIZAÇÃO, alertamos que a inscrição deve ser formulada obrigatoriamente por email para o endereço blogdoblueboy@gmail.com, com indicação clara do número, nome e contacto dos participantes, pois de outra forma, não será considerada.
A partir daqui, e sem mais conversas, a bola fica do vosso lado... então, até dia 25Mai!!!

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Helton: Uma boa época do experiente guardião brasileiro. Concentrado, tranquilo e presente nos momentos difíceis foi um dos elementos mais importantes da defesa azul-e-branca, a menos batida do campeonato.
Bracali: Jogou nas competições secundárias e pouco há a dizer. Com uma concorrência fortíssima era difícil fazer mais… Mesmo assim, não me lembro de ter comprometido no pouco que jogou…
Sapunaru: Um dos erros mais graves de VP foi a exclusão de Sapunaru durante grande parte da época, puxando o melhor central desta época (Maicon) para a direita… De Sapunaru mantenho o que digo há vários anos, jogador concentrado, consistente e seguro a defender… Um jogador importante para o plantel!
Fucile: Na minha análise aos jogadores da época passada lembro-me de ter escrito algo do género: “Um dos elementos que eu venderia claramente na próxima época.” Apenas digo uma coisa: quantos milhões perdemos por não o termos vendido no início da época?
Álvaro Pereira: Um jogador com muita qualidade, mas que pareceu quase sempre estar com a cabeça noutro lugar… Não cometo a demagogia de apenas me lembrar seu ato de indisciplina em Braga, porque foi também responsável por grandes conquistas do FC Porto, nomeadamente a excelente época passada, mas acho que está claramente na altura de o vender e arrecadar uns bons milhões de €…
Alex Sandro: Pelo preço que custou é bom que seja o lateral-esquerdo de futuro do FC Porto… Pelo que vi, pareceu-me ter qualidade ofensiva, o que para um lateral de uma equipa grande é importante. Em termos defensivos tem de melhorar e adaptar-se ao futebol europeu, muito diferente do “lento” futebol brasileiro a que Alex Sandro estava habituado. Tem uma enorme margem de progressão.
Maicon: Melhorou imenso face à época anterior, em que tinha acumulado erros e desconcentrações que por esse motivo causaram enorme desconfiança junto da massa adepta. Nesta época, Maicon foi simplesmente o melhor central do FC Porto, e aquele que mais evoluiu com VP, sendo por isso um elemento fundamental no bicampeonato… É que os ataques ganham jogos, mas as defesas ganham campeonatos!
Mangala: Jogou pouco, mas é um central com enorme potencial. No jogo da taça da Liga no galinheiro, alternou entre o bom e o mau… Um jogador a manter no plantel, pela margem de progressão e virtudes demonstradas (velocidade por exemplo) no pouco que jogou.
Otamendi: É um excelente defesa-central, que ficou “afetado” pelas muitas confusões que aconteceram durante a época. Teve algumas desconcentrações que lhe impediram a titularidade absoluta ao longo de toda a época. Ainda assim constituiu uma “dupla de ferro” com Maicon na impressionante ponta final da época, contribuindo fortemente para as fundamentais vitórias no galinheiro, braga e barreiros…
Rolando: A pior época desde que está no FC Porto… As declarações no início da época de que “o seu telemóvel estaria disponível para quem o quisesse ligar” foram mau prenúncio. Muitas asneiras, desconcentrações e até atitudes de má-criação aquando de uma substituição… Agradeço a Rolando tudo o que de bom fez pelo FC Porto até hoje (pois não sou ingrato), mas acho que está na altura de sair, por mais uns bons milhões de €…
Danilo: Um enorme azar no jogo com o City não lhe permitiu agarrar a titularidade na 2ª metade da época. Não jogou quase nada em virtude dessa arreliadora lesão, mas veio rotulado de craque e já é internacional brasileiro… Do pouco que vi, pareceu-me ser bom jogador, mas aguardo pela próxima época para o avaliar melhor.
Fernando: Faço mea-culpa relativamente ao que disse em tempos deste jogador. Ficou no clube, depois de ter dito que queria sair… Mas ao longo da época, demonstrou enorme dedicação, e foi o pêndulo defensivo da equipa… Foi uma das principais razões pelas quais fomos a defesa menos batida, pela segurança e consistência demonstradas!
Guarín: Na época em que todos jogaram bem (época passada em que ganhámos tudo) também ele jogou bem… Mas voltou ao seu nível normal, sem conseguir resolver os problemas da equipa. Não sei bem porquê, mas quando ouço falar nos vários problemas de balneário do FC Porto lembro-me sempre do nome deste jogador. Que seja vendido ao Inter por mais uns bons milhões!
Souza: Saiu em Janeiro depois do pesadelo de Barcelos… Continuo a achar que não é mau jogador. Tem de adaptar-se melhor ao futebol europeu mas tem qualidade para o plantel do FC Porto… Já tivemos jogadores bem piores nos últimos anos…
Belluschi: Um grande jogador a quem as coisas não correram bem. Se calhar era daqueles que desejava sair no início da época e que viu goradas as suas expetativas… Foi titular nos piores momentos do FC Porto versão 11/12 e também ele não conseguiu inverter as coisas.
Lucho: A grande contratação do mercado de Janeiro. Não corre muito, nem suja os calções, mas é um jogador de enorme qualidade… Tem classe e categoria para jogar em qualquer grande clube mundial, mas preferiu o FC Porto! Ao contrário de outros, não olhou apenas à parte financeira, e abdicando de parte significativa do salário veio ajudar o FC Porto a conquistar mais um título de campeão nacional! Isto sim é portismo…
Moutinho: Uma das pedras basilares no caminho para o título! Apresentou uma regularidade impressionante, sem nunca atingir o nível de brilhantismo da época passada, mas acabou por fazer uma época globalmente positiva.
Defour: Foi das alternativas de banco mais utilizadas por VP. Demorou a entrar na equipa, mas até deu boas indicações, como por exemplo em Braga. Um bom jogador de plantel que terá de evoluir mais para atingir a titularidade.
Walter: Excesso de peso e muitos problemas psicológicos ditaram a sua saída em Janeiro, sem honra nem glória… Nunca se apresentou como alternativa consistente.
Kléber: Era um jogador de quem se esperava muito, o ponta-de-lança em quem se depositavam as esperanças para substituir Falcao. Foi um erro a não contratação de uma alternativa a Kléber… O brasileiro não suportou a pressão de substituir Falcao e dele esperava-se muito mais. Em 20 jogos, marcou 10 golos, mas não foi o ponta-de-lança de referência que se esperava… Apesar de tudo, é um jogador com qualidade, boa margem de progressão (apenas tem 22 anos!) tem faro de golo, movimenta-se bem mas tem de melhorar num aspeto essencial: a receção de bola!
Varela: Esteve muitos furos abaixo da época passada, mas ainda assim foi útil em várias alturas da época…
Rodriguez: … Uma nulidade, um peso físico impressionante, e também um peso significativo na folha salarial… Deve sair a custo zero… Conclusão: um dos mais ruinosos negócios feitos pelo FC Porto até hoje!
Djalma: Não é daqueles jogadores que me deslumbra especialmente… É rápido, tem bom toque de bola, mas falta-lhe claramente dimensão para jogar no maior clube português da atualidade. Ainda assim, dou-lhe o benefício da dúvida para a próxima época. Ainda assim, bem mais útil que o inútil anterior…
Iturbe: O jogador mais novo do plantel. Veio rotulado de grande esperança do futebol argentino mas foi um ano difícil para Iturbe, que não teve grandes oportunidades para demonstrar o seu real valor. Porém, a verdade é que nas poucas vezes que atuou (como suplente utilizado) pouco mostrou. Aguardo com curiosidade para o futuro deste jogador na próxima época.
Janko: Sejamos sinceros, a comparação de qualquer dos atuais pontas-de-lança do FC Porto com as últimas referências para a posição, nomeadamente, Falcao, Lisandro e Jardel, são manifestamente injustas para qualquer um deles. Janko não tem culpa de ser o sucessor de um dos melhores avançados do mundo chamado Falcao… Ao arrepio de muitas análises negativas que tenho visto, Janko parece-me extremamente útil para as capacidades que tem: jogador posicional, é uma referência ofensiva que bem servida pode marcar muitos golos. Aliás, os números de Janko são positivos… Em 10 jogos 5 golos… Se para o ano em 35 jogos marcar uns 18 golos não está mau!
James: É um dos craques do plantel do FC Porto. Tem potencial para se tornar um dos maiores do futebol mundial. Teve momentos de grande brilhantismo, foi de uma utilidade imensa para o FC Porto (marcou 14 golos em 28 jogos), mas podia ter tido mais regularidade no seu rendimento. Ainda assim é daqueles que não engana, tem classe, um toque de bola mágico e uma técnica fantástica… Fica na retina o jogo que fez no galinheiro… “Comeu” meia equipa dos encornados e fuzilou o cabrão do GR deles… Ainda assistiu Maicon para a facada final naqueles cabrões nojentos… Foi claramente um jogador determinante no título de campeão do FC Porto…
Hulk: O melhor jogador do FC Porto… O melhor jogador do campeonato… Grande parte deste título pertence-lhe a ele, HULK! O futuro deste jogador? Não sei, apenas sei que ao longo destes 4 anos Hulk foi um jogador de alto rendimento, marcou golos que se fartou, assistiu imensas vezes para os colegas, foi o autêntico abre-latas dos momentos complicados… Apenas não foi campeão no ano em que foi suspenso durante meses pelo ordinário vermelho da comissão disciplinar… Se tivesse oportunidade de falar pessoalmente com Hulk dir-lhe-ia mais ou menos isto: HULK, MUITO OBRIGADO E BOA SORTE! DESEJO-TE AS MAIORES FELICIDADES PROFISSIONAIS NO FC PORTO OU PARA QUALQUER OUTRO CLUBE QUE REPRESENTES! ÉS UM JOGADOR FANTÁSTICO E UMA PESSOA ENORME! MERECES TUDO! MAIS UMA VEZ, OBRIGADO POR TUDO!
PS: A análise a VP, à SAD e aos objetivos propostos/realizados fica para outro post…
Bracali: Jogou nas competições secundárias e pouco há a dizer. Com uma concorrência fortíssima era difícil fazer mais… Mesmo assim, não me lembro de ter comprometido no pouco que jogou…
Sapunaru: Um dos erros mais graves de VP foi a exclusão de Sapunaru durante grande parte da época, puxando o melhor central desta época (Maicon) para a direita… De Sapunaru mantenho o que digo há vários anos, jogador concentrado, consistente e seguro a defender… Um jogador importante para o plantel!
Fucile: Na minha análise aos jogadores da época passada lembro-me de ter escrito algo do género: “Um dos elementos que eu venderia claramente na próxima época.” Apenas digo uma coisa: quantos milhões perdemos por não o termos vendido no início da época?
Álvaro Pereira: Um jogador com muita qualidade, mas que pareceu quase sempre estar com a cabeça noutro lugar… Não cometo a demagogia de apenas me lembrar seu ato de indisciplina em Braga, porque foi também responsável por grandes conquistas do FC Porto, nomeadamente a excelente época passada, mas acho que está claramente na altura de o vender e arrecadar uns bons milhões de €…
Alex Sandro: Pelo preço que custou é bom que seja o lateral-esquerdo de futuro do FC Porto… Pelo que vi, pareceu-me ter qualidade ofensiva, o que para um lateral de uma equipa grande é importante. Em termos defensivos tem de melhorar e adaptar-se ao futebol europeu, muito diferente do “lento” futebol brasileiro a que Alex Sandro estava habituado. Tem uma enorme margem de progressão.
Maicon: Melhorou imenso face à época anterior, em que tinha acumulado erros e desconcentrações que por esse motivo causaram enorme desconfiança junto da massa adepta. Nesta época, Maicon foi simplesmente o melhor central do FC Porto, e aquele que mais evoluiu com VP, sendo por isso um elemento fundamental no bicampeonato… É que os ataques ganham jogos, mas as defesas ganham campeonatos!Mangala: Jogou pouco, mas é um central com enorme potencial. No jogo da taça da Liga no galinheiro, alternou entre o bom e o mau… Um jogador a manter no plantel, pela margem de progressão e virtudes demonstradas (velocidade por exemplo) no pouco que jogou.
Otamendi: É um excelente defesa-central, que ficou “afetado” pelas muitas confusões que aconteceram durante a época. Teve algumas desconcentrações que lhe impediram a titularidade absoluta ao longo de toda a época. Ainda assim constituiu uma “dupla de ferro” com Maicon na impressionante ponta final da época, contribuindo fortemente para as fundamentais vitórias no galinheiro, braga e barreiros…
Rolando: A pior época desde que está no FC Porto… As declarações no início da época de que “o seu telemóvel estaria disponível para quem o quisesse ligar” foram mau prenúncio. Muitas asneiras, desconcentrações e até atitudes de má-criação aquando de uma substituição… Agradeço a Rolando tudo o que de bom fez pelo FC Porto até hoje (pois não sou ingrato), mas acho que está na altura de sair, por mais uns bons milhões de €…
Danilo: Um enorme azar no jogo com o City não lhe permitiu agarrar a titularidade na 2ª metade da época. Não jogou quase nada em virtude dessa arreliadora lesão, mas veio rotulado de craque e já é internacional brasileiro… Do pouco que vi, pareceu-me ser bom jogador, mas aguardo pela próxima época para o avaliar melhor.
Fernando: Faço mea-culpa relativamente ao que disse em tempos deste jogador. Ficou no clube, depois de ter dito que queria sair… Mas ao longo da época, demonstrou enorme dedicação, e foi o pêndulo defensivo da equipa… Foi uma das principais razões pelas quais fomos a defesa menos batida, pela segurança e consistência demonstradas!
Guarín: Na época em que todos jogaram bem (época passada em que ganhámos tudo) também ele jogou bem… Mas voltou ao seu nível normal, sem conseguir resolver os problemas da equipa. Não sei bem porquê, mas quando ouço falar nos vários problemas de balneário do FC Porto lembro-me sempre do nome deste jogador. Que seja vendido ao Inter por mais uns bons milhões!
Souza: Saiu em Janeiro depois do pesadelo de Barcelos… Continuo a achar que não é mau jogador. Tem de adaptar-se melhor ao futebol europeu mas tem qualidade para o plantel do FC Porto… Já tivemos jogadores bem piores nos últimos anos…
Belluschi: Um grande jogador a quem as coisas não correram bem. Se calhar era daqueles que desejava sair no início da época e que viu goradas as suas expetativas… Foi titular nos piores momentos do FC Porto versão 11/12 e também ele não conseguiu inverter as coisas.
Lucho: A grande contratação do mercado de Janeiro. Não corre muito, nem suja os calções, mas é um jogador de enorme qualidade… Tem classe e categoria para jogar em qualquer grande clube mundial, mas preferiu o FC Porto! Ao contrário de outros, não olhou apenas à parte financeira, e abdicando de parte significativa do salário veio ajudar o FC Porto a conquistar mais um título de campeão nacional! Isto sim é portismo… Moutinho: Uma das pedras basilares no caminho para o título! Apresentou uma regularidade impressionante, sem nunca atingir o nível de brilhantismo da época passada, mas acabou por fazer uma época globalmente positiva.
Defour: Foi das alternativas de banco mais utilizadas por VP. Demorou a entrar na equipa, mas até deu boas indicações, como por exemplo em Braga. Um bom jogador de plantel que terá de evoluir mais para atingir a titularidade.
Walter: Excesso de peso e muitos problemas psicológicos ditaram a sua saída em Janeiro, sem honra nem glória… Nunca se apresentou como alternativa consistente.
Kléber: Era um jogador de quem se esperava muito, o ponta-de-lança em quem se depositavam as esperanças para substituir Falcao. Foi um erro a não contratação de uma alternativa a Kléber… O brasileiro não suportou a pressão de substituir Falcao e dele esperava-se muito mais. Em 20 jogos, marcou 10 golos, mas não foi o ponta-de-lança de referência que se esperava… Apesar de tudo, é um jogador com qualidade, boa margem de progressão (apenas tem 22 anos!) tem faro de golo, movimenta-se bem mas tem de melhorar num aspeto essencial: a receção de bola!
Varela: Esteve muitos furos abaixo da época passada, mas ainda assim foi útil em várias alturas da época…
Rodriguez: … Uma nulidade, um peso físico impressionante, e também um peso significativo na folha salarial… Deve sair a custo zero… Conclusão: um dos mais ruinosos negócios feitos pelo FC Porto até hoje!
Djalma: Não é daqueles jogadores que me deslumbra especialmente… É rápido, tem bom toque de bola, mas falta-lhe claramente dimensão para jogar no maior clube português da atualidade. Ainda assim, dou-lhe o benefício da dúvida para a próxima época. Ainda assim, bem mais útil que o inútil anterior…
Iturbe: O jogador mais novo do plantel. Veio rotulado de grande esperança do futebol argentino mas foi um ano difícil para Iturbe, que não teve grandes oportunidades para demonstrar o seu real valor. Porém, a verdade é que nas poucas vezes que atuou (como suplente utilizado) pouco mostrou. Aguardo com curiosidade para o futuro deste jogador na próxima época.
Janko: Sejamos sinceros, a comparação de qualquer dos atuais pontas-de-lança do FC Porto com as últimas referências para a posição, nomeadamente, Falcao, Lisandro e Jardel, são manifestamente injustas para qualquer um deles. Janko não tem culpa de ser o sucessor de um dos melhores avançados do mundo chamado Falcao… Ao arrepio de muitas análises negativas que tenho visto, Janko parece-me extremamente útil para as capacidades que tem: jogador posicional, é uma referência ofensiva que bem servida pode marcar muitos golos. Aliás, os números de Janko são positivos… Em 10 jogos 5 golos… Se para o ano em 35 jogos marcar uns 18 golos não está mau!
James: É um dos craques do plantel do FC Porto. Tem potencial para se tornar um dos maiores do futebol mundial. Teve momentos de grande brilhantismo, foi de uma utilidade imensa para o FC Porto (marcou 14 golos em 28 jogos), mas podia ter tido mais regularidade no seu rendimento. Ainda assim é daqueles que não engana, tem classe, um toque de bola mágico e uma técnica fantástica… Fica na retina o jogo que fez no galinheiro… “Comeu” meia equipa dos encornados e fuzilou o cabrão do GR deles… Ainda assistiu Maicon para a facada final naqueles cabrões nojentos… Foi claramente um jogador determinante no título de campeão do FC Porto…
Hulk: O melhor jogador do FC Porto… O melhor jogador do campeonato… Grande parte deste título pertence-lhe a ele, HULK! O futuro deste jogador? Não sei, apenas sei que ao longo destes 4 anos Hulk foi um jogador de alto rendimento, marcou golos que se fartou, assistiu imensas vezes para os colegas, foi o autêntico abre-latas dos momentos complicados… Apenas não foi campeão no ano em que foi suspenso durante meses pelo ordinário vermelho da comissão disciplinar… Se tivesse oportunidade de falar pessoalmente com Hulk dir-lhe-ia mais ou menos isto: HULK, MUITO OBRIGADO E BOA SORTE! DESEJO-TE AS MAIORES FELICIDADES PROFISSIONAIS NO FC PORTO OU PARA QUALQUER OUTRO CLUBE QUE REPRESENTES! ÉS UM JOGADOR FANTÁSTICO E UMA PESSOA ENORME! MERECES TUDO! MAIS UMA VEZ, OBRIGADO POR TUDO! PS: A análise a VP, à SAD e aos objetivos propostos/realizados fica para outro post…
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
EU SOU CAMPEÃO, E TU?
Encomenda já a tua caricatura a partir de foto, equipado a rigor.
Mais informações em: blogdoblueboy@gmail.com

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Rio Ave FC 2-5 FC Porto
Liga 2011/12, 30.ª jornada.
12 de Maio de 2012.
Estádio dos Arcos, em Vila do Conde.
Árbitro: Jorge Ferreira (Braga).
Assistentes: Pedro Ferreira e Nélson Moniz.
Quarto árbitro: Jorge Tavares.
RIO AVE: Huanderson; Sony, Gaspar, Jeferson e André Dias; Bruno China, Vítor Gomes e Tarantini; Christian, João Tomás e Kelvin.
Substituições: Vítor Gomes por Braga (41m), Bruno China por André Vilas Boas (65m) e João Tomás por Yazalde (81m).
Não utilizados: Paulo Santos, Jorginho, Éder e Mendes.
Treinador: Carlos Brito.
FC PORTO: Bracali; Danilo, Rolando, Mangala e Alvaro Pereira; Defour, Moutinho e James; Djalma, Kléber e Varela.
Substituições: James por Iturbe (46m), Varela por Hulk (65m) e Bracali por Kadú (82m).
Não utilizados: Maicon, Alex Sandro, Lucho e Janko.
Treinador: Vítor Pereira.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Djalma (13m), James (17m), João Tomás (42m, pen.), Kléber (50m, 75m e 90m+1) e Christian (66m),
Cartões amarelos: Djalma (41m), João Tomás (42m) e Christian (74m).
O FC Porto venceu, este sábado, o Rio Ave por 2-5, com golos portistas de Djalma, James e Kléber (3), em jogo da 30.ª e última jornada da I Liga. FC Porto deixa de ser bicampeão virtual para se tornar apenas bicampeão 2011/2012.
Curiosamente foi no campo de Vila do Conde que o FC Porto se sagrou bicampeão nacional graças ao empate do 2º classificado com o Rio Ave na 28.ª jornada. No dia anterior, o FC Porto tinha vencido na Madeira mas só saiu para a varanda do Estádio do Dragão após o deslize dos rivais.
Já com o titulo nas mãos, Vítor Pereira deixou Hulk no banco de suplentes e lançou uma equipa titular renovada: Bracali, Danilo, Mangala, Rolando, Alvaro Pereira, Moutinho, Defour, Djalma, Varela, Kléber e James.
Os Dragões marcaram cedo, logo aos 13 minutos, num bom arranque de Djalma a inaugurar o marcador em Vila do Conde. Quatro minutos depois, foi a vez de Varela brilhar para James marcar. Com a técnica do extremo português e a pontaria do colombiano, o FC Porto fez o 0-2.
Perto do intervalo, na conversão de uma grande penalidade, o goleador João Tomás não falhou perante Bracali, marcando o seu 11.º golo esta temporada.
Na segunda parte, com Iturbe no lugar de James, o FC Porto chegou ao terceiro golo da partida. Novamente Varela no lance do golo, a fazer um excelente trabalho, o avançado internacional português assistiu Kléber que finalizou com classe. Estava feito o 1-3 em Vila do Conde.
Aos 65 minutos, o FC Porto não marcou mas os adeptos aplaudiram como se assim fosse com a entrada de Hulk. O avançado brasileiro tomou conta do lugar de Varela no jogo. Mas quem marcou, um minuto depois, foi Atsu para o Rio Ave. Após uma boa jogada de Braga, o ganês isolou-se, passou pela defesa portista e reduziu para 2-3.
O jogo continuava em bom ritmo e, aos 75 minutos, Kléber bisou na partida. Já em tempo de compensação, o ponta de lança brasileiro completou um hat-trick, terminando o campeonato com 9 golos.
Fim do jogo, o FC Porto é oficialmente bicampeão, com seis pontos de vantagem sobre o 2.º classificado. Seguiu-se a festa pela Avenida dos Aliados, e para o ano há mais...

DECLARAÇÕES
Vítor Pereira e os objectivos prioritários
A explicação do treinador do FC Porto: "A equipa quis acabar bem o campeonato. É séria, competente e ganhámos com toda a naturalidade e justiça. Neste clube, colocamos sempre os objectivos colectivos à frente dos individuais e sentimos que era um jogo para outras opções, para jogadores que têm sido menos utilizados. Foi uma temporada desgastante para todos os treinadores e é natural que precise de férias, mas também é preciso começar a preparar a próxima temporada."
Hulk e a festa "ainda mais bonita"
A leitura de Hulk, que entrou aos 65 minutos e assistiu Kléber para o último golo do jogo: "Independentemente de já termos o campeonato ganho, procuramos estar sempre motivados. Era o último jogo e nós queríamos ganhá-lo, para a festa ficar ainda mais bonita. A equipa está de parabéns e fez um bom jogo. Quem escolhe a equipa é o “mister”, mas em nenhum momento eu pensei jogar e fazer três golos. Sempre que jogo, é a pensar em dar o melhor à equipa e o mais importante foi termos conquistado o título nacional. Gosto de jogar sempre, mas temos que respeitar a opinião do treinador. Temos jogadores que ajudaram muito ao longo da época e que mereciam ser campeões. Despedir-me dos adeptos? Não. Vou comemorar com os adeptos. Depois começo a pensar na selecção. Quanto ao futuro, tenho mais quatro anos de contrato com o FC Porto."
RESUMO DO JOGO
Liga 2011/12, 30.ª jornada.
12 de Maio de 2012.
Estádio dos Arcos, em Vila do Conde.
Árbitro: Jorge Ferreira (Braga).
Assistentes: Pedro Ferreira e Nélson Moniz.
Quarto árbitro: Jorge Tavares.
RIO AVE: Huanderson; Sony, Gaspar, Jeferson e André Dias; Bruno China, Vítor Gomes e Tarantini; Christian, João Tomás e Kelvin.
Substituições: Vítor Gomes por Braga (41m), Bruno China por André Vilas Boas (65m) e João Tomás por Yazalde (81m).
Não utilizados: Paulo Santos, Jorginho, Éder e Mendes.
Treinador: Carlos Brito.
FC PORTO: Bracali; Danilo, Rolando, Mangala e Alvaro Pereira; Defour, Moutinho e James; Djalma, Kléber e Varela.
Substituições: James por Iturbe (46m), Varela por Hulk (65m) e Bracali por Kadú (82m).
Não utilizados: Maicon, Alex Sandro, Lucho e Janko.
Treinador: Vítor Pereira.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Djalma (13m), James (17m), João Tomás (42m, pen.), Kléber (50m, 75m e 90m+1) e Christian (66m),
Cartões amarelos: Djalma (41m), João Tomás (42m) e Christian (74m).
O FC Porto venceu, este sábado, o Rio Ave por 2-5, com golos portistas de Djalma, James e Kléber (3), em jogo da 30.ª e última jornada da I Liga. FC Porto deixa de ser bicampeão virtual para se tornar apenas bicampeão 2011/2012.Curiosamente foi no campo de Vila do Conde que o FC Porto se sagrou bicampeão nacional graças ao empate do 2º classificado com o Rio Ave na 28.ª jornada. No dia anterior, o FC Porto tinha vencido na Madeira mas só saiu para a varanda do Estádio do Dragão após o deslize dos rivais.
Já com o titulo nas mãos, Vítor Pereira deixou Hulk no banco de suplentes e lançou uma equipa titular renovada: Bracali, Danilo, Mangala, Rolando, Alvaro Pereira, Moutinho, Defour, Djalma, Varela, Kléber e James.
Os Dragões marcaram cedo, logo aos 13 minutos, num bom arranque de Djalma a inaugurar o marcador em Vila do Conde. Quatro minutos depois, foi a vez de Varela brilhar para James marcar. Com a técnica do extremo português e a pontaria do colombiano, o FC Porto fez o 0-2.
Perto do intervalo, na conversão de uma grande penalidade, o goleador João Tomás não falhou perante Bracali, marcando o seu 11.º golo esta temporada.
Na segunda parte, com Iturbe no lugar de James, o FC Porto chegou ao terceiro golo da partida. Novamente Varela no lance do golo, a fazer um excelente trabalho, o avançado internacional português assistiu Kléber que finalizou com classe. Estava feito o 1-3 em Vila do Conde.Aos 65 minutos, o FC Porto não marcou mas os adeptos aplaudiram como se assim fosse com a entrada de Hulk. O avançado brasileiro tomou conta do lugar de Varela no jogo. Mas quem marcou, um minuto depois, foi Atsu para o Rio Ave. Após uma boa jogada de Braga, o ganês isolou-se, passou pela defesa portista e reduziu para 2-3.
O jogo continuava em bom ritmo e, aos 75 minutos, Kléber bisou na partida. Já em tempo de compensação, o ponta de lança brasileiro completou um hat-trick, terminando o campeonato com 9 golos.
Fim do jogo, o FC Porto é oficialmente bicampeão, com seis pontos de vantagem sobre o 2.º classificado. Seguiu-se a festa pela Avenida dos Aliados, e para o ano há mais...

DECLARAÇÕES
Vítor Pereira e os objectivos prioritários
A explicação do treinador do FC Porto: "A equipa quis acabar bem o campeonato. É séria, competente e ganhámos com toda a naturalidade e justiça. Neste clube, colocamos sempre os objectivos colectivos à frente dos individuais e sentimos que era um jogo para outras opções, para jogadores que têm sido menos utilizados. Foi uma temporada desgastante para todos os treinadores e é natural que precise de férias, mas também é preciso começar a preparar a próxima temporada."
Hulk e a festa "ainda mais bonita"
A leitura de Hulk, que entrou aos 65 minutos e assistiu Kléber para o último golo do jogo: "Independentemente de já termos o campeonato ganho, procuramos estar sempre motivados. Era o último jogo e nós queríamos ganhá-lo, para a festa ficar ainda mais bonita. A equipa está de parabéns e fez um bom jogo. Quem escolhe a equipa é o “mister”, mas em nenhum momento eu pensei jogar e fazer três golos. Sempre que jogo, é a pensar em dar o melhor à equipa e o mais importante foi termos conquistado o título nacional. Gosto de jogar sempre, mas temos que respeitar a opinião do treinador. Temos jogadores que ajudaram muito ao longo da época e que mereciam ser campeões. Despedir-me dos adeptos? Não. Vou comemorar com os adeptos. Depois começo a pensar na selecção. Quanto ao futuro, tenho mais quatro anos de contrato com o FC Porto."
RESUMO DO JOGO
Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2011/12, 30ª jornada
Publicada por
bLuE bOy
Categoria:
arbitragem,
liga 2011-12,
tribunal d'o jogo
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Tribunal O JOGO: Rio Ave FC 2-5 FC Porto
Árbitro Principal: Jorge Ferreira (Braga) / Assistentes: Pedro Ferreira e Nélson Moniz / Quarto árbitro: Jorge Tavares.
Deu para tudo
Jorge Ferreira não tem pedalada para estas andanças e nem em fim de festa os seus erros passaram despercebidos. Mal auxiliado, marcou um penálti duvidoso com João Tomás fora-de-jogo. Somou ainda inúmeros lapsos técnicos e disciplinares e uma forma de conduzir o jogo que confundiu autoritarismo com autoridade.
fonte: ojogo.pt
Árbitro Principal: Jorge Ferreira (Braga) / Assistentes: Pedro Ferreira e Nélson Moniz / Quarto árbitro: Jorge Tavares.
Deu para tudo
Jorge Ferreira não tem pedalada para estas andanças e nem em fim de festa os seus erros passaram despercebidos. Mal auxiliado, marcou um penálti duvidoso com João Tomás fora-de-jogo. Somou ainda inúmeros lapsos técnicos e disciplinares e uma forma de conduzir o jogo que confundiu autoritarismo com autoridade.
fonte: ojogo.pt
Somos bicampeões... da Liga Europa!
Publicada por
Escrevinhador
Categoria:
o sangue azul do escrevinhador
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Soube-se esta semana que o Atlético de Madrid terá que pagar 7 milhões de euros ao Porto por ter vencido a Liga Europa. 7 milhões é curiosamente o valor que o Atlético recebeu pela sua campanha vitoriosa na Liga Europa. Como é óbvio, não poderia deixar de agradecer aqui a Diego, Falcao e companhia, por terem suado as estopinhas para que o FC Porto encaixa-se mais esta avolumada verba. A eliminação da Liga Europa não só nos permitiu estar mais focados no campeonato como, no final de contas, ainda somos o clube que mais lucrou nesta competição. É caso para dizer que, mais uma vez, ganhámos a Liga Europa!
A análise que faltava!
Está na altura de fazermos balanços. Manda o desportivismo felicitar o adversário quando ganha. Infelizmente, em Portugal, a azia é um inimigo crónico do fair-play. Depois das sucessivas provas de incompetência que os lampiões deram ao longo da época , o director da comunicação social, provavelmente por naquele momento não dispor de um isqueiro, viu-se forçado a lançar uma saraivada de insultos sobre as arbitragens. O habitual nestas ocasiões, portanto! Para além de terem ganho a centenária e ultra-cobiçada taça da cerveja, o benfica coloca-se agora na linha da frente para vencer a Taça Rennie. Se conseguirem juntar as estes dois títulos, a Liga dos Campeões e a Taça Kompensan, ainda vão a tempo de fazer uma época histórica.
A última jornada vem, no entanto, dar razão a João Gabriel. A verdade desportiva está mesmo posta em causa. Enquanto, no Dragão, o Porto tenta fazer a festa contra um motivado 4º classificado do campeonato, com um árbitro assumidamente benfiquista, o benfica jogava alegremente na Luz com os juniores do Leiria. Não há dúvidas que o Porto este ano foi levado ao colo.
Creio que, este ano, o pessimismo de pré-época dos Portistas encontra justo contraponto na depressão justificada de pós-época dos benfiquistas. Os festejos da vitória na Taça de Liga foram discretos, como se o facto de o plantel mais caro da história do futebol português ter conseguido bater tangencialmente uma equipa acabadinha de subir da Liga de Honra, não merecesse ser celebrado com estardalhaço. Vá lá uma pessoa compreender os humores dos adeptos. Sendo embora um troféu que, não fosse o Diabo tecê-las, Jorge Jesus optou por não prometer (prometer a Champions ainda é razoável, agora a Taça da Liga já é um abuso), trata-se de uma taça importante. Ainda assim, a esmagadora maioria dos benfiquistas não teve interesse em vitoriar os heróis, pelo contrário foram insultados. Não se percebe. Afinal, os maiores do mundo que tinham acabado de se superiorizar pela margem mínima a Júnior Caiçara, Tó Barbosa, Rodrigo Galo e seus pares.
O Cantinho dos pequenos.
Para não dizerem que eu não falo dos clubes pequenos. Vou fazer uma referência ao Sporting. Estou preocupado que os nossos festejos ofusquem a brilhante época do Sporting. Mais uma. Eduardo Barroso bem avisou, no início da época, que o Sporting era o mais forte candidato ao título. O problema é que, com Eduardo Barroso, nunca sabemos se forte significa potente, ou se estamos perante aquele eufemismo que se usa para não dizer gordo, como na frase «A tia Fernanda era uma senhora magra, mas agora é a mais forte do prédio». O Sporting pode no entanto festejar a lista da IFHHS. Mas, atenção, têm que festejar rápido porque daqui a 4 dias a lista muda e podem já não ir a tempo!
A Festa só acaba amanhã!
O que importa é os jornais ao fim do dia são deitados fora e a fronha de Vítor Serpa acaba junto da merda no fundo dos caixotes do lixo, enquanto que os títulos que nós conquistámos ficam para sempre! Amanhã, a festa temos um 3º tack de um bonito. Onde? Nos Aliados, como não podia deixar de ser. Todos juntos para mais uma enchente na derradeira celebração da nossa hegemonia nacional!
A análise que faltava!
Está na altura de fazermos balanços. Manda o desportivismo felicitar o adversário quando ganha. Infelizmente, em Portugal, a azia é um inimigo crónico do fair-play. Depois das sucessivas provas de incompetência que os lampiões deram ao longo da época , o director da comunicação social, provavelmente por naquele momento não dispor de um isqueiro, viu-se forçado a lançar uma saraivada de insultos sobre as arbitragens. O habitual nestas ocasiões, portanto! Para além de terem ganho a centenária e ultra-cobiçada taça da cerveja, o benfica coloca-se agora na linha da frente para vencer a Taça Rennie. Se conseguirem juntar as estes dois títulos, a Liga dos Campeões e a Taça Kompensan, ainda vão a tempo de fazer uma época histórica.
A última jornada vem, no entanto, dar razão a João Gabriel. A verdade desportiva está mesmo posta em causa. Enquanto, no Dragão, o Porto tenta fazer a festa contra um motivado 4º classificado do campeonato, com um árbitro assumidamente benfiquista, o benfica jogava alegremente na Luz com os juniores do Leiria. Não há dúvidas que o Porto este ano foi levado ao colo.
Creio que, este ano, o pessimismo de pré-época dos Portistas encontra justo contraponto na depressão justificada de pós-época dos benfiquistas. Os festejos da vitória na Taça de Liga foram discretos, como se o facto de o plantel mais caro da história do futebol português ter conseguido bater tangencialmente uma equipa acabadinha de subir da Liga de Honra, não merecesse ser celebrado com estardalhaço. Vá lá uma pessoa compreender os humores dos adeptos. Sendo embora um troféu que, não fosse o Diabo tecê-las, Jorge Jesus optou por não prometer (prometer a Champions ainda é razoável, agora a Taça da Liga já é um abuso), trata-se de uma taça importante. Ainda assim, a esmagadora maioria dos benfiquistas não teve interesse em vitoriar os heróis, pelo contrário foram insultados. Não se percebe. Afinal, os maiores do mundo que tinham acabado de se superiorizar pela margem mínima a Júnior Caiçara, Tó Barbosa, Rodrigo Galo e seus pares.
O Cantinho dos pequenos.Para não dizerem que eu não falo dos clubes pequenos. Vou fazer uma referência ao Sporting. Estou preocupado que os nossos festejos ofusquem a brilhante época do Sporting. Mais uma. Eduardo Barroso bem avisou, no início da época, que o Sporting era o mais forte candidato ao título. O problema é que, com Eduardo Barroso, nunca sabemos se forte significa potente, ou se estamos perante aquele eufemismo que se usa para não dizer gordo, como na frase «A tia Fernanda era uma senhora magra, mas agora é a mais forte do prédio». O Sporting pode no entanto festejar a lista da IFHHS. Mas, atenção, têm que festejar rápido porque daqui a 4 dias a lista muda e podem já não ir a tempo!
A Festa só acaba amanhã!
O que importa é os jornais ao fim do dia são deitados fora e a fronha de Vítor Serpa acaba junto da merda no fundo dos caixotes do lixo, enquanto que os títulos que nós conquistámos ficam para sempre! Amanhã, a festa temos um 3º tack de um bonito. Onde? Nos Aliados, como não podia deixar de ser. Todos juntos para mais uma enchente na derradeira celebração da nossa hegemonia nacional!
"Espírito de união foi determinante"
Publicada por
bLuE bOy
Categoria:
liga 2011-12,
prognósticos só no fim do jogo
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Na última conferência de imprensa da temporada e em vésperas de terminar o campeonato, Vítor Pereira reiterou que o FC Porto foi um justo vencedor e confidenciou que foram os momentos menos bons que acabaram por lançar a equipa em definitivo para o título: "O espírito de união que se criou foi determinante".
O treinador abordou a deslocação a Vila do Conde esta quinta-feira, no Olival, fazendo um balanço final de tudo o que se passou e sublinhando o trabalho que os Dragões empregaram nesta época.
O encontro frente ao Rio Ave realiza-se já este sábado, às 18h30.
Títulos somam-se com competência
"Ficava admirado era se nos fosse reconhecido mérito pela parte deles [referindo-se às queixas sobre a arbitragem do segundo classificado do campeonato]. Mas no FC Porto estamos é já preocupados em melhorar para o próximo ano; não nos lamentamos; acreditamos no trabalho, na competência, no espirito de união, e é assim que vamos somando títulos."
Adeptos sabem reconhecer o mérito
"A questão da continuidade não faz sentido nenhum, nem para mim nem para o presidente. A imprensa é que alimenta isso. Não estou minimamente preocupado.
O clube prepara tudo com antecedência e o que posso dizer é que as coisas estão em andamento. Lutamos sempre por todas as provas em que estamos inseridos; quanto a isso, não há dúvidas.
Os nossos adeptos são muito exigentes, mas na hora da verdade também sabem reconhecer o mérito a quem ganha.
Tenho competência e espero continuar a ganhar títulos. A vida é feita de provações; só tenho de continuar a mostrar trabalho e dedicação."
Orgulho em representar o FC Porto
"O mais difícil, esta época, foi de facto gerir as expectativas, depois de tantas vitórias. É natural que os jogadores tenham elevado as suas expectativas e o mais complicado foi mesmo ultrapassar e gerir essa situação. Mas a verdade é que estamos num grande clube e sinto um orgulho enorme de todos os que aqui trabalham, incluindo eu e os jogadores. O espirito de união que se criou foi determinante."
Feliz acima de tudo pelo trabalho
"Não sou muito de extravasar sentimentos; a minha alegria é mais interior. Mas é claro que estou feliz e satisfeito pelo título e pelos festejos com os adeptos. Ainda assim, naquele momento o que mais me veio à ideia foi o trabalho todo que empregámos nesta época."
É certo que esta é uma estrutura que facilita o trabalho dos treinadores; no entanto, a história revela-nos que nem todos os treinadores conseguiram ser campeões aqui. Seja como for, acho que o mérito foi, fundamentalmente, dos jogadores"
Objectivos colectivos são prioritários
"O que conta é a equipa. Os nossos objectivos passam primeiro por sermos o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato. Se pudermos juntar a isso o título de melhor marcador, tanto melhor. Independentemente disso, de uma coisa não tenho dúvidas: o Hulk é o melhor jogador do campeonato; foi e continuará a ser determinante."
Campeonato bem disputado
"Não costumo falar de arbitragens e julgo que essa foi a única vez em que o fiz [referindo-se às declarações proferidas no final do desafio que ditou a única derrota do FC Porto no campeonato, em casa do Gil Vicente, por 3-1], mas o que é facto é que o Bruno Paixão esteve realmente mal nesse jogo. Mas a verdade é que também reconheci que a minha equipa não esteve bem.
A eliminação da Champions e da Taça de Portugal foram momentos igualmente menos bons, ainda que a derrota com a Académica tivesse acabado por se traduzir num momento de viragem para a nossa equipa. Acima de tudo, acho que assistimos a um campeonato bem disputado e a única coisa que não o dignifica é mesmo a situação da União de Leiria."
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Bracali, e Kadú;
Defesas: Danilo, Maicon, Rolando, Mangala, Alex Sandro e Alvaro Pereira;
Médios: Lucho, João Moutinho Iturbe e Defour;
Avançados: Kléber, Hulk, Varela, James, Djalma e Janko.
O treinador abordou a deslocação a Vila do Conde esta quinta-feira, no Olival, fazendo um balanço final de tudo o que se passou e sublinhando o trabalho que os Dragões empregaram nesta época.
O encontro frente ao Rio Ave realiza-se já este sábado, às 18h30.
Títulos somam-se com competência
"Ficava admirado era se nos fosse reconhecido mérito pela parte deles [referindo-se às queixas sobre a arbitragem do segundo classificado do campeonato]. Mas no FC Porto estamos é já preocupados em melhorar para o próximo ano; não nos lamentamos; acreditamos no trabalho, na competência, no espirito de união, e é assim que vamos somando títulos."
Adeptos sabem reconhecer o mérito
"A questão da continuidade não faz sentido nenhum, nem para mim nem para o presidente. A imprensa é que alimenta isso. Não estou minimamente preocupado.
O clube prepara tudo com antecedência e o que posso dizer é que as coisas estão em andamento. Lutamos sempre por todas as provas em que estamos inseridos; quanto a isso, não há dúvidas.
Os nossos adeptos são muito exigentes, mas na hora da verdade também sabem reconhecer o mérito a quem ganha.
Tenho competência e espero continuar a ganhar títulos. A vida é feita de provações; só tenho de continuar a mostrar trabalho e dedicação."
Orgulho em representar o FC Porto
"O mais difícil, esta época, foi de facto gerir as expectativas, depois de tantas vitórias. É natural que os jogadores tenham elevado as suas expectativas e o mais complicado foi mesmo ultrapassar e gerir essa situação. Mas a verdade é que estamos num grande clube e sinto um orgulho enorme de todos os que aqui trabalham, incluindo eu e os jogadores. O espirito de união que se criou foi determinante."
Feliz acima de tudo pelo trabalho
"Não sou muito de extravasar sentimentos; a minha alegria é mais interior. Mas é claro que estou feliz e satisfeito pelo título e pelos festejos com os adeptos. Ainda assim, naquele momento o que mais me veio à ideia foi o trabalho todo que empregámos nesta época."
É certo que esta é uma estrutura que facilita o trabalho dos treinadores; no entanto, a história revela-nos que nem todos os treinadores conseguiram ser campeões aqui. Seja como for, acho que o mérito foi, fundamentalmente, dos jogadores"
Objectivos colectivos são prioritários
"O que conta é a equipa. Os nossos objectivos passam primeiro por sermos o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato. Se pudermos juntar a isso o título de melhor marcador, tanto melhor. Independentemente disso, de uma coisa não tenho dúvidas: o Hulk é o melhor jogador do campeonato; foi e continuará a ser determinante."
Campeonato bem disputado
"Não costumo falar de arbitragens e julgo que essa foi a única vez em que o fiz [referindo-se às declarações proferidas no final do desafio que ditou a única derrota do FC Porto no campeonato, em casa do Gil Vicente, por 3-1], mas o que é facto é que o Bruno Paixão esteve realmente mal nesse jogo. Mas a verdade é que também reconheci que a minha equipa não esteve bem.
A eliminação da Champions e da Taça de Portugal foram momentos igualmente menos bons, ainda que a derrota com a Académica tivesse acabado por se traduzir num momento de viragem para a nossa equipa. Acima de tudo, acho que assistimos a um campeonato bem disputado e a única coisa que não o dignifica é mesmo a situação da União de Leiria."
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Bracali, e Kadú;
Defesas: Danilo, Maicon, Rolando, Mangala, Alex Sandro e Alvaro Pereira;
Médios: Lucho, João Moutinho Iturbe e Defour;
Avançados: Kléber, Hulk, Varela, James, Djalma e Janko.
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Ainda na ressaca de um fim-de-semana regado de muita poncha, eis senão quando uma das capas da semana passada do jornal oficial da carneirada quase me obrigou a abrir mais uma garrafa de champanhe: “Quem chega ao topo, não quer andar para trás”. Afinal, eles já se renderam às evidências e à nossa superioridade. Nós passamos a ser, pelos vistos, mais do que uma miragem, donos de um lugar, pelos vistos, inatingível, porque agora o topo já não é o primeiro lugar, é o segundo.
Porque sempre me ensinaram que “topo” é sinónimo de posição cimeira que numa tabela corresponde ao primeiro lugar, fui socorrer-me do dicionário para dissipar aquilo que antes era uma certeza e que um tipo que não terá mais do que a quarta classe, ainda por cima mal feita, conseguiu que se transformasse em dúvida.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa diz-nos, em primeiro lugar, que “topo” provém do “francês antigo top, tufo de cabelos no alto da cabeça” – a imagem tornou-se-me logo familiar… Diz-nos ainda que “topo” significa: “1. A parte mais alta = cimo, cume”; “2. Remate, ponta, extremidade”; e “3. Grau mais elevado que se pode alcançar”. Agora sim, percebo. Ele tem razão, senão vejamos: um clube que nos últimos 30 anos do futebol português festejou 19 vezes o campeonato, levantou 12 Taças de Portugal, 17 Supertaças e sete troféus internacionais só pode estar num lugar sagrado, quase que no Olimpo ao pé dos deuses. E assim se explica que Jesus esteja no topo, porque o topo, para eles, é o segundo lugar, dali para cima eles não podem mais do que sonhar. A história não deixa mentir.
Estranho é que quem chegue a esta conclusão seja alguém que ali está há uns míseros três anos. Provavelmente, terá conseguido com a ajuda do gabinete de inteligência (é isso para que serve uma coisa dessas, não é?) cujo responsável foi escorraçado de Carnide depois de ter dito que o amigo Jesus podia ultrapassar o topo e chegar ao Olimpo… E por isso também se explica o timing e a pertinência daquela “entrevista” a um treinador que em três anos ganhou um campeonato e que naquela semana confirmava mais uma derrota em toda a linha. Ele não tinha necessidade de falar, nem sequer lhe dava muito jeito nesta altura, mas foi obrigado a respeitar as ordens de quem lhe paga, e bem, para desmentir um boato que tantas vezes repetido corria o risco de se tornar verdade.
Ele, Jesus, bem queria (digo eu até que “dava o rabo e dez tostões”…) vir treinar para aqui. Eles até queriam despachá-lo para todo e qualquer o lado – menos para aqui, onde corriam o risco de o ver ganhar muito mais do que a taça da cerveja. Mas estão de mãos e pés atados, ironicamente graças a nós. Aquela soberba proposta de contrato com sotaque do Norte com que há dois anos Jesus foi aliciado, obrigou-os a cometer uma loucura ao ponto de serem obrigados a meterem-lhe no bolso sete milhões de euros caso queiram despedi-lo. Jogada de mestre, portanto.
A aversão que os sócios do FC Porto ganharam nos últimos três anos àquela figura muito dificilmente permitiria que ele pudesse ser o treinador para a próxima época. Com aquela entrevista, as portas daqui fecharam-se, pelo menos, num futuro próximo. Graças a Deus estamos livres de Jesus.
Porque sempre me ensinaram que “topo” é sinónimo de posição cimeira que numa tabela corresponde ao primeiro lugar, fui socorrer-me do dicionário para dissipar aquilo que antes era uma certeza e que um tipo que não terá mais do que a quarta classe, ainda por cima mal feita, conseguiu que se transformasse em dúvida.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa diz-nos, em primeiro lugar, que “topo” provém do “francês antigo top, tufo de cabelos no alto da cabeça” – a imagem tornou-se-me logo familiar… Diz-nos ainda que “topo” significa: “1. A parte mais alta = cimo, cume”; “2. Remate, ponta, extremidade”; e “3. Grau mais elevado que se pode alcançar”. Agora sim, percebo. Ele tem razão, senão vejamos: um clube que nos últimos 30 anos do futebol português festejou 19 vezes o campeonato, levantou 12 Taças de Portugal, 17 Supertaças e sete troféus internacionais só pode estar num lugar sagrado, quase que no Olimpo ao pé dos deuses. E assim se explica que Jesus esteja no topo, porque o topo, para eles, é o segundo lugar, dali para cima eles não podem mais do que sonhar. A história não deixa mentir.
Estranho é que quem chegue a esta conclusão seja alguém que ali está há uns míseros três anos. Provavelmente, terá conseguido com a ajuda do gabinete de inteligência (é isso para que serve uma coisa dessas, não é?) cujo responsável foi escorraçado de Carnide depois de ter dito que o amigo Jesus podia ultrapassar o topo e chegar ao Olimpo… E por isso também se explica o timing e a pertinência daquela “entrevista” a um treinador que em três anos ganhou um campeonato e que naquela semana confirmava mais uma derrota em toda a linha. Ele não tinha necessidade de falar, nem sequer lhe dava muito jeito nesta altura, mas foi obrigado a respeitar as ordens de quem lhe paga, e bem, para desmentir um boato que tantas vezes repetido corria o risco de se tornar verdade.Ele, Jesus, bem queria (digo eu até que “dava o rabo e dez tostões”…) vir treinar para aqui. Eles até queriam despachá-lo para todo e qualquer o lado – menos para aqui, onde corriam o risco de o ver ganhar muito mais do que a taça da cerveja. Mas estão de mãos e pés atados, ironicamente graças a nós. Aquela soberba proposta de contrato com sotaque do Norte com que há dois anos Jesus foi aliciado, obrigou-os a cometer uma loucura ao ponto de serem obrigados a meterem-lhe no bolso sete milhões de euros caso queiram despedi-lo. Jogada de mestre, portanto.
A aversão que os sócios do FC Porto ganharam nos últimos três anos àquela figura muito dificilmente permitiria que ele pudesse ser o treinador para a próxima época. Com aquela entrevista, as portas daqui fecharam-se, pelo menos, num futuro próximo. Graças a Deus estamos livres de Jesus.
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Muita emoção e muita festa desde a minha última crónica. Num ano algo atribulado, a conquista do campeonato foi mais do que merecida pelo FC Porto. Os dois últimos fins-de-semana foram de euforia e o que agora principia vai continuar a ser!
Sábado dia 28 de Abril jogo do título em andebol, em Águas Santas. À semelhança do ano passado rumámos em grande número aquele pavilhão e demos um autêntico “show”. Exactamente no mesmo local voltámos a festejar um campeonato: este é o nosso destino! Num fim-de-semana em que o futebol jogava na Madeira, contámos ainda com a presença de alguns elementos, tanto do Colectivo como dos Super Dragões, na bancada que nos foi destinada. Bem mais gente do que no último ano, ocupámos como habitualmente um canto da bancada central e interventivos o jogo todo não parámos de apoiar a equipa. Foi o melhor jogo esta temporada, num pavilhão, em termos de apoio, tirando os jogos com os encornados.
Um poder vocal impressionante abafou os poucos maiatos que se tentavam fazer ouvir. Bandeiras, estandartes e até material pirotécnico houve no sector ultra, já muito próximo do final. Foram 60 minutos verdadeiramente “non-stop”, onde só se ouviram os incansáveis ultras do FCP. Pena tenho que não seja sempre assim…
Diz quem viu na TV que ficou com a mesma sensação. Não houve mais de um ou dois minutos em que estivéssemos calados, os cânticos saiam naturalmente e até deu para recordar alguns antigos. Grande espírito na bancada, não só onde estiveram os ultras mas também os restantes adeptos do FC Porto que nos acompanharam nos incentivos. “Nós só queremos o Porto campeão!!” foi estrondoso e até o locutor da RTP2 o referiu.
No final a polícia (que até aí estava sossegadinha) rapidamente se meteu à nossa frente para evitar a invasão! Os Tetracampeões aproximaram-se e quando chegaram a nossa beira, no meio de toda aquela confusão, demos por nós todos já lá dentro. Memorável o que se passou a seguir, com todos a cantar, jogadores e adeptos em uníssono, no centro do campo! Foram vividos ali cerca de 20 minutos inesquecíveis, com “Mágico Porto”, “Apaguem as luzes”, “É o Tetra!”, “Pinto da Costa allez…”, entre outros cânticos. Os jornalistas fotografavam tudo e a polícia já só estava preocupada que não entrassem todos pelo balneário dentro.
Grande Sábado que culminou com a nossa vitória nos Barreiros, em futebol. O “jogo-chave” estava ultrapassado e estávamos a apenas dois pontos do título. Como não dá para tudo, este falhei mas aqui vai o meu muito obrigado a quem lá foi apoiá-los e representar-nos.
Domingo ao final da tarde, por volta das 21h05… BICAMPEÕES!!! Alegria no coração, lágrima no olho e o Porto sai à rua! O segundo classificado acabara de empatar em Vila do Conde e depois do ano passado sermos campeões sem luz este ano brindam-nos com campeões no sofá!! A festa é muita, o champanhe abre-se e caminha-se para a Alameda do Dragão. Enfim, estávamos com a nossa malta. Aqueles com quem lutámos lado a lado desde Agosto para que aquele momento fosse possível. O XXVI começou aí a ser festejado, primeiro apenas pelos milhares e milhares de adeptos e mais tarde já com a presença dos jogadores, que estiveram na varando do estádio do Dragão.
Na semana passada clássico com o Campo Grande. Estádio a rebentar pelas costuras – mais de 50.000! – e tudo pronto para o último jogo em casa do campeonato, a entrega da taça e consagração do bicampeão! Antes do futebol, o andebol goleou o ABC e foi aplaudido por centenas de adeptos que agradeceram o título conquistado em Águas Santas. Boa presença das nossas claques. Durante a tarde toda e até à hora do futebol a cerveja não parou de rolar e os primeiros cânticos iam saindo no nosso cantinho de concentração.
Entrei para a Curva Sul e já o estádio estava muito bem composto. O ambiente à entrada das equipas à qualquer cosia de indescritível! Uma coreografia em que todo o estádio participou, com destaque normal para os sectores dos Super Dragões e do Colectivo. Cartolinas azuis e brancas cobriram o estádio. Na Sul, uma faixa gigante “Este é o nosso destino, Bicampeão nacional” por cima de três panos que cobriam a bancada. De lado dois Dragões, no centro o emblema do BICAMPEÃO!
Na Norte, C95 fenomenal como já lhes é característico. Uma faixa gigante também, em cima, onde se lia “Por um clube, por um grupo, por uma cidade!”, um pano que tapou a bancada Norte toda, com o símbolo do clube e a data da fundação 1893 e que depois foi substituído por várias fotografias de diferentes pontos da cidade Invicta e juntamente com a frase “Orgulho em ser Tripeiro”. A isto tudo, junta-se a voz de todos os portistas! Grande momento no estádio do Dragão, de me deixar arrepiado.
No sector visitante estiveram no máximo 1000 lagartos. Mais alguns do que no ano passado, mas mesmo assim nada de extraordinário, como tem sido norma nos últimos anos. Estiveram presentes a JuveLeo, o Directivo Ultras XXI, a Torcida Verde e a Brigada Ultras Sporting(?!). Ouvi-os antes do jogo começar, no aquecimento, porque durante os noventa minutos só deu ultras FCP.
Grande apoio de parte a parte, uma autêntica festa nas curvas portistas. Junto daqueles com quem sofri, com quem apoiei, com quem viajei, com quem respirei FCP durante toda a época, festejámos todos o bicampeonato. Tanto durante o jogo como no final, quando os jogadores estavam a ser chamados um a um, parei por momentos para pensar, e com os olhos a lacrimejar recordava-me do que lutei para estar a viver aquilo. Foram 26 presenças em 29 jogos, muito dinheiro gasto, muito sacrifício mas vale sempre a pena fazê-lo! Um modo de vida!
Os jogadores ouviam os seus cânticos à medida que eram chamados ao palco. Apagaram as luzes novamente! Uma festa à medida, coroado com fogo de artifício no final. Os jogadores deram volta ao relvado com a taça e desengane-se quem pensa que isto já acabou. Amanhã à noite, depois do regresso de Vila do Conde, todos os caminhos vão dar à baixa portuense, onde os jogadores e equipa técnica vão passar num autocarro descapotável. Festejar no Dragão é muito bonito mas nada como festejar na Avenida dos Aliados, o meu local preferido, pois foi lá que aprendi a fazê-lo desde criança.
Sábado em cheio, começa com as galinhas em basquetebol, segue tudo para Vila do Conde e acaba nos Aliados. Domingo hóquei com o Física e novamente o basquetebol.
Mentalitá!
Um abraço ultra.
Sábado dia 28 de Abril jogo do título em andebol, em Águas Santas. À semelhança do ano passado rumámos em grande número aquele pavilhão e demos um autêntico “show”. Exactamente no mesmo local voltámos a festejar um campeonato: este é o nosso destino! Num fim-de-semana em que o futebol jogava na Madeira, contámos ainda com a presença de alguns elementos, tanto do Colectivo como dos Super Dragões, na bancada que nos foi destinada. Bem mais gente do que no último ano, ocupámos como habitualmente um canto da bancada central e interventivos o jogo todo não parámos de apoiar a equipa. Foi o melhor jogo esta temporada, num pavilhão, em termos de apoio, tirando os jogos com os encornados.
Um poder vocal impressionante abafou os poucos maiatos que se tentavam fazer ouvir. Bandeiras, estandartes e até material pirotécnico houve no sector ultra, já muito próximo do final. Foram 60 minutos verdadeiramente “non-stop”, onde só se ouviram os incansáveis ultras do FCP. Pena tenho que não seja sempre assim…
Diz quem viu na TV que ficou com a mesma sensação. Não houve mais de um ou dois minutos em que estivéssemos calados, os cânticos saiam naturalmente e até deu para recordar alguns antigos. Grande espírito na bancada, não só onde estiveram os ultras mas também os restantes adeptos do FC Porto que nos acompanharam nos incentivos. “Nós só queremos o Porto campeão!!” foi estrondoso e até o locutor da RTP2 o referiu.No final a polícia (que até aí estava sossegadinha) rapidamente se meteu à nossa frente para evitar a invasão! Os Tetracampeões aproximaram-se e quando chegaram a nossa beira, no meio de toda aquela confusão, demos por nós todos já lá dentro. Memorável o que se passou a seguir, com todos a cantar, jogadores e adeptos em uníssono, no centro do campo! Foram vividos ali cerca de 20 minutos inesquecíveis, com “Mágico Porto”, “Apaguem as luzes”, “É o Tetra!”, “Pinto da Costa allez…”, entre outros cânticos. Os jornalistas fotografavam tudo e a polícia já só estava preocupada que não entrassem todos pelo balneário dentro.
Grande Sábado que culminou com a nossa vitória nos Barreiros, em futebol. O “jogo-chave” estava ultrapassado e estávamos a apenas dois pontos do título. Como não dá para tudo, este falhei mas aqui vai o meu muito obrigado a quem lá foi apoiá-los e representar-nos.
Domingo ao final da tarde, por volta das 21h05… BICAMPEÕES!!! Alegria no coração, lágrima no olho e o Porto sai à rua! O segundo classificado acabara de empatar em Vila do Conde e depois do ano passado sermos campeões sem luz este ano brindam-nos com campeões no sofá!! A festa é muita, o champanhe abre-se e caminha-se para a Alameda do Dragão. Enfim, estávamos com a nossa malta. Aqueles com quem lutámos lado a lado desde Agosto para que aquele momento fosse possível. O XXVI começou aí a ser festejado, primeiro apenas pelos milhares e milhares de adeptos e mais tarde já com a presença dos jogadores, que estiveram na varando do estádio do Dragão.Na semana passada clássico com o Campo Grande. Estádio a rebentar pelas costuras – mais de 50.000! – e tudo pronto para o último jogo em casa do campeonato, a entrega da taça e consagração do bicampeão! Antes do futebol, o andebol goleou o ABC e foi aplaudido por centenas de adeptos que agradeceram o título conquistado em Águas Santas. Boa presença das nossas claques. Durante a tarde toda e até à hora do futebol a cerveja não parou de rolar e os primeiros cânticos iam saindo no nosso cantinho de concentração.
Entrei para a Curva Sul e já o estádio estava muito bem composto. O ambiente à entrada das equipas à qualquer cosia de indescritível! Uma coreografia em que todo o estádio participou, com destaque normal para os sectores dos Super Dragões e do Colectivo. Cartolinas azuis e brancas cobriram o estádio. Na Sul, uma faixa gigante “Este é o nosso destino, Bicampeão nacional” por cima de três panos que cobriam a bancada. De lado dois Dragões, no centro o emblema do BICAMPEÃO!
Na Norte, C95 fenomenal como já lhes é característico. Uma faixa gigante também, em cima, onde se lia “Por um clube, por um grupo, por uma cidade!”, um pano que tapou a bancada Norte toda, com o símbolo do clube e a data da fundação 1893 e que depois foi substituído por várias fotografias de diferentes pontos da cidade Invicta e juntamente com a frase “Orgulho em ser Tripeiro”. A isto tudo, junta-se a voz de todos os portistas! Grande momento no estádio do Dragão, de me deixar arrepiado.No sector visitante estiveram no máximo 1000 lagartos. Mais alguns do que no ano passado, mas mesmo assim nada de extraordinário, como tem sido norma nos últimos anos. Estiveram presentes a JuveLeo, o Directivo Ultras XXI, a Torcida Verde e a Brigada Ultras Sporting(?!). Ouvi-os antes do jogo começar, no aquecimento, porque durante os noventa minutos só deu ultras FCP.
Grande apoio de parte a parte, uma autêntica festa nas curvas portistas. Junto daqueles com quem sofri, com quem apoiei, com quem viajei, com quem respirei FCP durante toda a época, festejámos todos o bicampeonato. Tanto durante o jogo como no final, quando os jogadores estavam a ser chamados um a um, parei por momentos para pensar, e com os olhos a lacrimejar recordava-me do que lutei para estar a viver aquilo. Foram 26 presenças em 29 jogos, muito dinheiro gasto, muito sacrifício mas vale sempre a pena fazê-lo! Um modo de vida!
Os jogadores ouviam os seus cânticos à medida que eram chamados ao palco. Apagaram as luzes novamente! Uma festa à medida, coroado com fogo de artifício no final. Os jogadores deram volta ao relvado com a taça e desengane-se quem pensa que isto já acabou. Amanhã à noite, depois do regresso de Vila do Conde, todos os caminhos vão dar à baixa portuense, onde os jogadores e equipa técnica vão passar num autocarro descapotável. Festejar no Dragão é muito bonito mas nada como festejar na Avenida dos Aliados, o meu local preferido, pois foi lá que aprendi a fazê-lo desde criança.Sábado em cheio, começa com as galinhas em basquetebol, segue tudo para Vila do Conde e acaba nos Aliados. Domingo hóquei com o Física e novamente o basquetebol.
Mentalitá!
Um abraço ultra.
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Para quem quinzenalmente vai lendo os meus artigos de opinião, não é novidade nenhuma se eu disser que não sou fã de um conjunto de pessoas que gravitam em torno do nosso presidente e da nossa SAD. Pelas mais diferentes razões (não é altura de as enumerar) que se foram acumulando ao longo dos anos e associadas às mais diversas áreas do nosso clube, pessoas como Adelino Caldeira ou Antero Henrique, não fazem parte das minhas preferências pessoais.
Não é igualmente novidade nenhuma que artistas como Álvaro Pereira, Otamendi ou Cristian Rodriguez, não compoẽm o meu leque de jogadores mais admirados. Respeito todos os que envergam as nossas cores, mas exijo o mesmo respeito desses profissionais, e quando tal não acontece, muito dificilmente o esqueço.
Serve esta nota introdutória para dizer que é óbvio que todos nós temos as nossas preferências. Tal como em tudo na vida, há aqueles que nos inspiram confiança e outros que não nos inspiram nada. Há aqueles com quem simpatizamos e outros que nem os podemos ver. E há ainda aqueles que por muito que tentemos, é impossível não gostar... a não ser que sejamos tapados ou ingratos, e se há coisa que me arrepia é a ingratidão, especialmente naqueles que nos dão muito e nós pouco lhes damos.
Ora, independentemente da categoria em que colocamos qualquer uma das pessoas que enverga as nossas cores, há algo que é intocável e que se superioriza a tudo: o amor ao clube!
Perante isto, acho intolerável que existam pessoas que conseguem num jogo como no passado sábado frente ao Sporting, que recordo era tão somente o jogo de consagração do título, terem a distinta lata de assobiarem o treinador Vítor Pereira, e pior ainda, assobiarem Hulk.
Quem o faz, das duas uma: ou é tapado ou é ingrato!
Eu já sei que Vítor Pereira não é o melhor treinador do Mundo. Que ao longo da época cometeu vários equívocos, nem sempre tomou as melhores opções, e por vezes demonstrou ter pouco pulso para dominar um balneário cheio de “tubarões” mortinhos por dar o salto para outras paragens a ganhar algumas dezenas de milhares de euros. Mas se tudo isto é verdade, também não é menos verdade dizer que claramente ele foi evoluindo ao longo do ano, cresceu com o decorrer da época, foi ganhando peso e estatuto junto do grupo, passou a liderá-lo, e melhor que tudo isso, conseguiu o objectivo principal.Para além de tudo isso, é um dos nossos, um Dragão, um Portista e alguém que sente o clube.
Gostar ou não gostar dele, é um direito que assiste a toda a gente.
Não reconhecer o mérito de quem ganha, está ao nível daqueles que empurram a responsabilidade das nossas vitórias para os árbitros. Ou será que o treinador teve responsabilidade nas derrotas e nenhuma responsabilidade nas vitórias? Portanto, assobiá-lo na festa do título, é uma manifestação livre mas absurda e que denota que quem o faz, apenas merece perder e nunca ganhar.
Em relação a Hulk, bem, então aqui é que fico absolutamente indignado em alguém o assobiar no jogo da consagração.
Estamos tão simplesmente a falar do jogador unanimemente considerado por todos os treinadores da primeira liga, o mais influente e mais decisivo do campeonato. Aquele que carregou a equipa às costas nos momentos mais difíceis, a quem tudo se lhe pede, a quem todos os jogadores entregam a bola nos últimos 30 metros à espera que ele resolva. Se falha mais que os outros? Tem que falhar! Se todas as jogadas de ataque terminam invariavelmente com a solução Hulk, é óbvio que tem que falhar mais que os outros... os outros não tentam nem arriscam, como é que hão-de falhar??
Agora, é óbvio que todos nós já tivemos um desabafo de desagrado perante uma ou outra situação em que ele podia ter solto a bola mais cedo ou poderia ter rematado. Mas disso, a assobiar em pleno jogo do título, é de um nível de exigência que toca o ridículo.
Aqueles que o assobiam, ainda vão “chorar” muito por ele, pois lamentavelmente, mais tarde ou mais cedo não teremos capacidade de segurar este talento.
Termino fazendo um forte apelo a que no próximo fim de semana, o Dragão Caixa encha para a recepção aos carneiros no basket e à Física no hóquei. São 3 jogos que certamente serão decisivos no sucesso da nossa época, e nos quais irão evoluir atletas que merecem todo o nosso apoio pelas enormes dificuldades que têm atravessado e enorme brio profissional que têm demonstrado.
Manto Azul e Branco - 1953 - Traje de gala em primeira presença na final da Taça de Portugal
Publicada por
Rui Saraiva
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Em 28 de Junho de 1953 o FC Porto marcou presença, pela primeira vez, numa final da Taça de Portugal. E apresentou-se com um equipamento “comemorativo”, sui generis. A elegante camisola, com o colarinho muito subido lembrando uma “gola alta”, mostrava uma lista azul no meio, começando num V (em branco) fechado desde cima. De realçar que a faixa azul ao meio, larga, só tinha aparecido por uma vez: na camisola de 1921 a 1923.
O onze do FC Porto que entrou no Jamor para jogar a final da Taça de Portugal da época 1952-53:Em cima, a partir da esquerda – Barrigana, Virgílio, Pinto Vieira, Ângelo Carvalho, João Correia e Eleutério;
Em baixo – Carlos Duarte, António Teixeira, Monteiro da Costa, José Maria e Carlos Vieira.
Uma estreia azarada na final da 13.ª edição da prova! O traje foi de gala mas o resultado penalizador (0-5). Nas 2 participações seguintes em Finais, o FC Porto iria ganhá-las.
Carlos Duarte nasceu em Angola e era um excelente extremo-direito que vestiu a camisola azul-e-branca durante 12 épocas. Foi um entre centenas de jogadores africanos que ingressaram no futebol português desde o início da década de 50. O primeiro foi Miguel Arcanjo, magnífico defesa-central que chegou ao FC Porto em 1951. Ambos fizeram parte das equipas que, nos anos 50, conquistaram 2 Campeonatos Nacionais e 2 Taças de Portugal. Considerado um dos mais elegantes extremos a nível nacional e mundial, Carlos Duarte era veloz, com capacidade de "finta" e remate fácil e certeiro. Formou uma asa direita fantástica com Hernâni. As combinações "bola a ti, bola a mim" com Hernâni ou sozinho, em linha recta a caminho da baliza adversária, encantavam os portistas, deslumbravam os amantes do futebol.
Rui Saraiva – Design e ediçãoFernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos
Nota aos estimados leitores
Por imperativos de carácter pessoal, interrompemos temporariamente a publicação da rubrica. Mas há um motivo que determinou maior atraso: o período entre o final da década de 60 e o início da de 80 é de muito difícil estudo. Ficámos com a cabeça em água… Todavia: pesquisa, recolha de dados, avaliação, validação e ilustração estão concluídas. Falta terminar a elaboração dos post. Pelo que, muito em breve, será retomada a publicação quinzenal.
Saudações portistas a todos.
Fernando Moreira
Rui Saraiva



































